Jack of all trades, master of none Início Mensagem Arquivo theme


We’re emotional illiterates. We’ve been taught about anatomy and farming methods in Africa. We’ve learned mathematical formulas by heart. But we haven’t been taught a thing about our souls. We’re tremendously ignorant about what makes people tick.


Fate is like a strange, unpopular restaurant filled with odd little waiters who bring you things you never asked for and don’t always like.
Lemony Snicket

Esplanada

Naquele tempo falavas muito de perfeição,
da prosa dos versos irregulares
onde cantam os sentimentos irregulares.
Envelhecemos todos, tu, eu e a discussão,

agora lês saramagos & coisas assim
e eu já não fico a ouvir-te como antigamente
olhando as tuas pernas que subiam lentamente
até um sítio escuro dentro de mim.

O café agora é um banco, tu professora de liceu;
Bob Dylan encheu-se de dinheiro, o Che morreu.
Agora as tuas pernas são coisas úteis, andantes,
e não caminhos por andar como dantes.

— Manuel António Pina
Eyes. Those damn eyes fucked me forever.
— Charles Bukowski 
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Hill with Bushes, 1888
Vincent van Gogh
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Berni Searle
About to Forget, 2005
Privatize-se tudo, privatize-se o mar e o céu, privatize-se a água e o ar, privatize-se a justiça e a lei, privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos. E finalmente, para florão e remate de tanto privatizar, privatizem-se os Estados, entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas, mediante concurso internacional. Aí se encontra a salvação do mundo… e, já agora, privatize-se também a puta que os pariu a todos.
  José Saramago, in Cadernos de Lanzarote, Diário III

Auguste Rodin in his studio.

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An erotic engraving from Marquis de Sade’s Les 120 journées de Sodome.
On the promontory I had loved in former days, between the drenched pillars of the ruined temple, I seemed to be walking behind someone whose footsteps I could still hear on the tombstones and mosaics, but whom I would never catch up with again.
— Albert Camus - “Return to Tipasa” 
This very heart which is mine will forever remain indefinable to me. Between the certainty I have of my existence and the content I try to give to that assurance, the gap will never be filled. For ever I shall be a stranger to myself.
— Albert Camus - The Myth of Sisyphus



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